Com o coração descompassado eu sigo os passos apressados do James, e então paramos brevemente na recepção. — Eles já chegaram? Sua preocupação na voz me deixa ainda mais nervosa. Por que tanto alarde? Ele não está acostumado a receber seus pais na empresa? — Não, senhor. Nós dois suspiramos juntos, ele me olha por um segundo e caminha até o escritório comigo ao seu encalço e encosto a porta da saleta atrás de mim. — Desculpe por isso, Candice, eu não sabia que eles viriam. — James passa os dedos pelos cabelos inspirando fundo, seus olhos nunca desviam dos meus. — Está tudo bem... — Não, não está. Eu queria que... eu deveria ter planejado isso melhor, passar mais tempo te saboreando e arrancando mais gemidos. — Chega até mim e me beija delicadamente, sua língua acaricia meus lábios lentamente antes de se afastar. Eu não consigo controlar o pequeno gemido de frustração por ele ter acabado. — Sem pressa nem preocupações, sem medo de fazer barulho e se entregar mais. Mas eu vou remediar isso... — Vai? — Sim, vou te levar em casa e idolatrar cada pedacinho do seu corpo. Será tão gostoso que você vai ficar rouca de tanto gritar o meu nome. — Sussurra contra meu ouvido e então entra em seu escritório, deixando- me pra trás, atônita e absorta com as imagens que ele colocou na minha cabeça. O som da porta se abrindo me tira dos devaneios e eu me viro ainda um pouco fora do ar, engulo em seco ao constatar de quem se trata. Os gêmeos tiveram a quem puxar... — Bom dia. — Forço a voz mais profissional possível e sorrio levemente para o senhor que caminha até mim. — Bom dia! — Estica o braço e aperta a minha mão firmemente. — Meu Jamie está na sala? Fico um pouco aturdida com a recepção calorosa e a maneira como chamou o meu chefe, eu não estava esperando por isso. Não mesmo. Não sei o por quê, mas eu o imaginava sério e até um pouco ameaçador. Por que James estava tão preocupado? — Sim, senhor... — Antes que eu possa terminar de falar James aparece em sua porta. — Oi, pai. Resolveu nos fazer uma surpresa, sim? — Jamie! — O senhor alto e em forma anda a passos firmes até o filho, e o puxa para um forte abraço. Encontro o olhar do James por cima do ombro do pai e parece um pouco constrangido. Prendo um sorriso mordendo o lábio inferior. O senhor, que ainda sei o nome, afasta-se e segura o rosto do James em suas mãos o inspecionando com seus grandes olhos azuis, por fim bate levemente nos ombros dele e se vira para mim. — Quem é essa adorável? —pergunta sorrindo, posso ver o Gabe em sua expressão galanteadora, é incrível a semelhança dele com os filhos. Normalmente são as filhas quem puxam o pai, mas os gêmeos são a cara dele. James limpa a garganta e eu sinto as borboletas no estômago se agitarem. — Pai, essa é Candice Greece... — Ao pronunciar meu nome o senhor arregala os olhos por uma fração de segundos, ao mesmo tempo em que eu tremo de nervosismo com medo da maneira como James irá terminar a frase. Não o quero pensando que consegui esse emprego por ter aberto as minhas pernas para o seu filho! — A nova estagiária! — digo apressada — Prazer em conhecê-lo, senhor... — Pode me chamar de Greg. — Ele pisca e dessa vez vejo um pouco do Pete nele. Fico admirando esse senhor, comparando seus traços com os dos filhos. Ouço James pigarrear e eu pisco, afasto-me e volto para minha mesa. — Com licença. — sorrio e finjo prestar atenção no monitor do notebook, na verdade estou tão agitada que não consigo fazer nada, fico lendo e relendo o mesmo e-mail várias vezes. Vejo de canto de olho os dois entrarem no escritório, porém, James não tranca a porta, e quando a fecha de leve, ela se entreabre deixando uma pequenina fresta pela qual passa suas vozes. — Vai me contar o óbvio? —Greg parece sério e um arrepio toma conta de mim. — Do que está falando, pai? — Da garota, eu notei que é diferente. Você nunca apresenta as assistentes pelo nome, e os dois não paravam de trocar olhares. Não consigo escutar mais, pois logo a porta da saleta se abre novamente, uma linda mulher no auge dos quarenta anos entra com um sorriso largo em seu rosto delicado. Ela inteira parece delicada, tão pequena e magra. — Oh! Olá, querida! Vejo que é nova. — Olá, senhora Knight, e sim sou a nova estagiária. — Levanto da cadeira para cumprimentá-la direito. — Eu sei, os meninos falaram muito bem de você! Espero que fique, mas eles disseram que você tem domado um pouco aquele garoto genioso. — Seu sorriso consegue ficar ainda maior. — Fico feliz por isso. Sem saber como responder eu meneio a cabeça e retribuo o sorriso. Por que me sinto como se eles soubessem de algo? — Depois conversamos sobre isso, pai. — Sussurro alto. — Não é a hora nem o local... — E quando seria? Vamos, fale! Marcarei na agenda! — diz sarcástico só para me tirar do sério e eu mordo a língua para não soltar um palavrão. Quando eu era moleque e disse algo como "vai tomar no cu" aos meus irmãos, levei do meu velho uma bronca acompanhada de um tapa na boca, desde então nunca mais xinguei na frente dos meus pais. Passo as mãos nos cabelos e grunho internamente. Por que agora? Não era assim que devia ser, porra! Está tudo errado! Foda-se! — Está bom! Ela é diferente, eu gosto dela, satisfeito? Ele assente quase que imperceptivelmente e sorri de canto de boca. — Assim está melhor, assuma seus sentimentos, abrace-os. Você continua vivo, filho. Abaixo os olhos ao ouvi-lo e inspiro fundo antes de responder. — Eu sei disso. — Ok, posso ouvir a sua mãe importunando a pobre moça. Vamos antes que ela se empolgue — diz ao abrir a porta, e acompanho os passos dele. Caminho direto para os braços abertos da senhora Erin. Ela sempre faz isso ao me ver, abre os braços e eu volto a ser uma criança querendo o colo da mãe. Aconchego-me no abraço e beijo o topo de sua cabeça, tenho de me dobrar, pois ela é miúda. — Oi, mãe. Estava com saudades suas. — Pff! Até parece, ou então já teria nos visitado! Sabe que já se passaram três meses? — Sério? — Tento lembrar da última vez em que os vi e realmente parece ter sido há bastante tempo. — Desculpa, mas tenho estado ocupado demais... — Eu sei, eu sei! A mesma história de sempre. Vejo a Candice tentando conter um sorriso ao escutar a conversa e meu peito aquece, como se as suas mãos mornas estivessem me afagando da mesma maneira como fez mais cedo no escritório. — Sua estagiária é adorável, não? — Mamãe não perde tempo. — Espero vê-la na próxima vez que eu estiver aqui. Não a deixe ir, parece especial, sim? Os olhos da minha doce menina se arregalam, e eu posso jurar que estou corando junto com ela. Puta merda! Eu estou corando! Que porra? — Sim... Sim, Candice é especial. Passei o resto do dia sozinha depois que toda a família Knight se reuniu na sala de Pete para então almoçar fora. O senhor Greg até tentou me persuadir a ir com eles, mas educadamente recusei. A todo tempo pude sentir os olhos de James em mim, queimando minha pele, mas estava nervosa demais para corresponder. Já são duas horas e preciso ir embora, deixo tudo arrumado para o meu chefe gostoso e sigo até a faculdade. Meu estômago dá um nó ao me lembrar das provas de hoje e o quanto estudei mal nas últimas madrugadas. Faço uma pequena prece e entro na sala já lotada de alunos. O trânsito estava ruim, no entanto, não cheguei atrasada, só em cima da hora. Quando o professor anuncia o final da aula pedindo que entreguemos as folhas, eu suspiro de alívio. Fui razoavelmente bem, melhor do que eu esperava. Sedenta por um café eu caminho rapidamente pelo campus até o estacionamento, notando novamente o sumiço do carro. Não entro em desespero, Nathy deve ter pegado como da última vez. Ela tem a chave extra, mas bem que poderia ter avisado, estou tão exausta... Decido ir logo para casa e preparar meu próprio café. — Ei, boneca! Giro nos calcanhares encontrando Michael acompanhado por dois amigos. — Oi, querido. Tudo bem? Como foi a prova? — Ah... foi normal. Estreito os olhos e ele levanta os ombros. — Essa é a única matéria que tenho dificuldades, não fui tão bem como nas outras. — E por que não me pediu ajuda? A gente podia marcar um reforço lá em casa! Os amigos dele parecem irrequietos, Michael percebendo se despede rapidamente deles e volta a me encarar. — Não se preocupe com isso, eu vou me recuperar, não fui tão ruim assim. — Coloca as mãos nos bolsos e enruga o nariz. Ele está mentindo, eu sei. — Sei... De qualquer forma fale comigo se precisar de algo, ok? — Pode deixar, até mais! — Beija minha bochecha e segue para a fraternidade, então lembro de que o apartamento fica no caminho e corro até ele. — Michael! — Oi? — Ele pausa confuso. — Você vai andando? — Eu ganhei um carro e não estou sabendo? — Bato em seu ombro e ele ri. — Então, sim, vou andando... A não ser que você queira me dar carona? — É... A Nathy já foi embora com o carro, posso te fazer companhia? — Claro! — Seus olhos pousam em alguém atrás de mim. — Ei, Trenton! Como foi, cara? — Tranquilo, como sempre — responde metido e eu tenho vontade de socar seu rosto bonito. — Bom para você — digo alto sem querer. — Sim, Chuck. Bom para mim. — Dá as costas e some. — O que deu nele? — Michael me questiona. — E eu que vou saber? Achei que vocês fossem amigos. Ele balança a cabeça e volta a andar, puxando-me pelo braço como se eu fosse sua irmãzinha pequena prestes a atravessar a rua. Já me acostumei com modo o qual ele me segura pelo pulso, antigamente eu tinha vontade de esganá-lo. — Nós somos, mas não tão próximos como eu sou com você e as meninas. — Hã... — Pergunte a Nathy, ela deve saber. Viro a cabeça sem saber se ouvi direito. — O que? Por quê? — Você não sabe? — Levanta uma sobrancelha. — Não sei o que, Michael? — A Nathy... Ela dormiu com ele outra noite. Não te contou? Não. Minha amiga não me contou! Por que ela esconderia uma coisa dessas de mim? Oh não... Foi naquele dia, só pode! — Não contou... — Ah... Foi mal, pensei que soubesse. — Tudo bem, querido. — Chegamos ao prédio onde vivo e o beijo no rosto antes de entrar pelo portão. O que está acontecendo? Por que os dois mentiram para mim? O filho da mãe negou tê-la visto naquele dia! Entro no apartamento e a primeira coisa que noto é o som da TV ligada. Nathy está adormecida no sofá e o controle remoto está caído ao chão. Agacho-me e o pego desligando a televisão, não sei se a acordo para que durma melhor em sua cama ou se a deixo aqui. Mas logo ela se remexe e abre os olhos. — Oi... — Oi, dorminhoca. Você apagou no sofá. Ela se senta e estala o pescoço antes de me encarar novamente. — É... Não sabia que estava tão cansada. — Venha, eu te ajudo. — Seguro a mão dela e a puxo até ficar de pé. — Está tudo bem, Nathy? — Parece muito abatida. — Hã? Estou... — Tem certeza? — Tenho! Só estou com sono. — Começa a cambalear até seu quarto e eu a sigo da mesma forma como faz comigo. Se ela pode me perturbar até eu abrir a boca, eu também posso fazer o mesmo com ela. — Não tem algo que queria me contar? — Candice! Eu só quero dormir, por favor! — resmunga se jogando na cama. — É mesmo? Esse mau humor não tem algo a ver com homem, tem? Percebo o movimento em seu pescoço quando engole a seco e me fita horrorizada. — Do... Do que você está falando? — Tenta desconversar. — Eu sei, tá? É por causa daquele galinha que você está assim? — De quem? Reviro os olhos. — Do Trenton! Nathy geme e tampa o rosto com as mãos. — Me desculpa, Candice! Desculpa, tá? O quê? Retiro as mãos dela do rosto e fico preocupada ao encontrar lágrimas em seus olhos. — Amiga, o que foi que ele fez? Por que está chorando? — Você não está brava? Enrugo a testa, do que essa garota louca está falando? — Por que eu ficaria brava? O que houve? — Como assim? Eu sou uma péssima amiga! Fiquei com ele! — E daí que ficou com ele? Ela me encara confusa. — E daí porque você estava a fim do Trenton! Paro e olho para o seu rosto contorcido. Ela está falando sério! Então começo a rir. Muito! — Pare de rir! É serio! Foi sem querer, eu não pensei! Minha mãe tinha acabado de me ligar e eu estava me sentindo perdida, então... Então ele estava logo ali na minha frente e nos beijamos! E uma coisa levou a outra... — Tá! Não preciso saber dos detalhes. Só não entendi o motivo de você pensar que eu ficaria brava. Na verdade estou sim! Por que em sã consciência você foi ficar logo com ele? Trenton? Sério? — Eu sei! Eu me esqueci completamente, juro que não quis te magoar. Que garota maluca... — Me magoar? Eu estou falando de você! Ele é um safado que troca de mulher como troca de... Sei lá, de meias! Você merece coisa melhor. — Verdade? — Sim. E da onde você tirou a ideia de que eu estava interessada nele? Ela encolhe os ombros e olha pra as próprias pernas. — Sei lá. Acho que depois daquele dia no restaurante ele te perseguiu e vocês começaram a se falar... — Sim, como dois conhecidos que se suportam. Começo a rir e ela me acompanha. — Mas me conte... É verdade? Seus olhos verdes encontram os meus. — O quê? — Que ele é bom de cama... Ela abre a boca em surpresa me fazendo corar. — Você realmente acabou de me perguntar isso? — Desculpa! Esquece, tá? Só fiquei curiosa com tantos boatos. — Levanto, mas ela agarra meu braço e caio na cama. — O que você fez com minha amiga, Candice? Onde foi parar a menina que odeia falar de sacanagem e morre de vergonha? Faço careta e ela ri ainda mais alto. — Já disse para esquecer! — De jeito nenhum! — Volta a rir antes de inspirar fundo e se acalmar. — Os boatos são verdadeiros... — E? — Sim, o piercing faz milagres! Eu nunca tive tanto orgasmo em toda a minha vida! — Oh meu pai! Não machuca? — Não! Ah, boneca... Só faz ficar ainda melhor. Nathy enrubesce e esconde o rosto por trás do travesseiro. — Ao menos foi uma boa experiência. Pena que ele é um cachorro e não se compromete. — Quem disse que eu quero me comprometer? — Cachorra! — Bato com outro travesseiro nela e volto a me levantar. Preciso me arrumar para o show. — Candice, é você mesmo? — pergunta sorrindo antes de eu passar pela porta — Sou eu sim, boba! Só cresci um pouquinho, veja posso até falar a palavra “sexo”! — Essa é minha garota! Balanço a cabeça e saio do quarto, vou até a cozinha preparar o tão esperado café e verifico o celular que havia vibrado mais cedo. James: O que vai fazer nesse fim de semana? Ah droga... Ele quer me ver no fim de semana e eu já marquei de visitar papai. Candice: Eu deveria passar com o meu pai... James: Ah, Ok. Sinto uma dor no peito e começo a digitar antes mesmo de ponderar no que estou escrevendo. Candice: O que iria propor? Um minuto se passa antes da chegada de sua mensagem. James: Eu preciso de você, nem que seja por uma hora... Passe um tempo comigo, por favor, e eu cumprirei minha promessa. Candice: Promessa? James: Sim, meu doce. Vou lhe dar muito prazer. Sinto minha calcinha encharcar e deslizo uma mão por dentro da calça, acariciando meu clitóris enquanto digito com a outra mão. Candice: Sim, por favor... Mas não poderei ficar por muito tempo, tenho que pegar a estrada antes do meio dia. James: Teremos tempo o suficiente. Te buscarei às oito. Ele vem me buscar? Ai senhor! Eu não estou sonhando, estou? Candice: Combinado, senhor Knight. James: Tenha bons sonhos, senhorita Greece. Candice: Você também. James: Sonharei com você debaixo de mim, gemendo meu nome enquanto mergulho fundo e devagar, bem doce como você. Ah meu pai do céu... Estou tão excitada que já começarei o show perto do orgasmo. Sinto o meu centro pulsando e bem molhado só de imaginar as cenas que colocou na minha cabeça. Termino de tomar o café e me arrumo depressa para não atrasar e acabar perdendo o meu melhor cliente
Boa noite! Boa noite, minha doce menina. Como vai você? Suspiro transbordando felicidade. — Estou ótima! E você? Bem melhor agora. Já disse que amo o seu sorriso? Como sempre o seu comentário me faz sorrir ainda mais. — Obrigada, querido. Dance para mim, minha sereia? Gosto de assistir o seu corpo se movendo, é tão sensual e encantador. Confirmo com a cabeça e começo a dançar, brincando um pouco com minha lingerie e fazendo um pequeno show de strip-tease. Você é um sonho, meu doce. Adoro o seu rosto angelical, o sorriso aberto e verdadeiro. Eu me perco em você, nos seus jeitos, na sua beleza, na voz, no olhar... Leio a sua mensagem e o imagino se tocando devagar enquanto me assiste, deslizo a mão até o meio das pernas pressionando de leve o meu clitóris já inchado. Solto um pequeno gemido ao inserir dois dedos na minha entrada molhada e quente, invisto lentamente me excitando cada vez mais com os movimentos suaves. Levo os dedos até a boca e os chupo ruidosamente olhando para a câmera. Assim você me deixa louco, Candy! Isso linda, aperte seus deliciosos mamilos para mim. Tem uma forma única de se masturbar, até a maneira como mete os dedos na boca me entesa, meu pau está latejando por você. O calor se espalha pelo baixo ventre e posso sentir espasmos contra os dedos ao pressionar o clitóris, meus olhos se reviram e tenho de acelerar o ritmo rebolando na minha própria mão. Preciso vê-la gozar, use só os dedos. Enfie o máximo que puder e se masturbe com vontade, meu doce. Sigo suas ordens, mas antes lubrifico os dedos colocando-os na boca outra vez, lambo três deles e os insiro lentamente. Tateio dentro de mim em busca daquele ponto mais sensível e aplico mais pressão ali ao passo que começo a me estocar com mais entusiasmo. Estremeço de prazer e perco um pouco o balanço, caindo na cama milagrosamente num movimento sensual. Você é linda, sua expressão quando sente prazer é tão excitante que me faz querer gozar. Estou quase lá, Candy! Espalme a outra mão no clitóris, quero ouvir o estalido alto. Eu me esforço para ler sua mensagem com a visão desfocada pelo tesão, pontos de luz brilham conforme o orgasmo chega. Meus pés se contorcem e minhas pernas tremem. Os espasmos se intensificam fazendo o meu clitóris latejar violentamente e um fogo percorrer pelo corpo. Derreto- me num poço de prazer escorrendo pelas coxas, e então obedeço ao comando dele. — Ahhhh, James! — Arfo no ápice do orgasmo, chamando pelo nome do homem que habita meus pensamentos. Ele demora um pouco para mandar a mensagem e penso estar com as mãos ocupadas demais. Que delícia, amor, gozei junto com você. — Obrigada... por me dar prazer. O prazer foi meu. Sorrio languidamente e deito de lado, apoiando a cabeça em uma dos braços. Candy... Gostaria de continuar aqui comigo, só conversando? O que será que ele quer conversar comigo? — Tudo bem para mim... Ela é incrivelmente linda, meiga e sexy. Uma combinação que me deixa completamente louco de tesão, ela aguça todos os meus sentidos e pela primeira vez em anos nunca me senti tão vivo! Parece um anjo caído, tem uma aura de luz e inocência, mas também emana essa luxúria e me afeta toda maldita vez que a vejo. Agora mesmo, Candy esta deitada em sua cama numa posição que deveria ser natural, mas a sutileza e delicadeza tem o efeito oposto. É totalmente sensual e lascivo. Há quanto tempo faz shows aqui? Essa é uma das perguntas que tenho, uma simples e fácil de responder. Quero retornar à nossa última conversa, saber o motivo dela estar fazendo isso. Assisto o peito dela se elevar e descer num alto suspiro antes de responder. — Faz pouco tempo, se eu não me engano foi um dia antes de eu te conhecer... Sim! Aquele era o meu segundo show. Hum... Por que tomou essa decisão? Conhecendo a Candice eu sei que não faria isso aleatoriamente... O que aconteceu? — Como assim? Ela se ajeita, aproximando o corpo para a beirada da cama a fim de ler melhor. O que aconteceu? O que te fez tomar a decisão de começar a transmitir nesse site? Posso notar o movimento de sua garganta quando engole em seco, aperta os olhos com força parecendo ponderar se conta a verdade ou não. — Quer mesmo saber a verdade? Não é o que está esperando ouvir. Sim, quero a pura verdade. — Tudo bem então. — Senta-se de frente para a câmera. — Eu preciso do dinheiro. Mas ela está trabalhando agora, quando começou estava desempregada... Isso quer dizer que acabará com os shows, certo? Mas e quanto a trabalho? Não tem algum? — Sim tenho, um ótimo por sinal, mas não é o suficiente. Não é o suficiente para o que? Suas mãos cobrem o belo rosto por um segundo e então deslizam pelas longas madeixas loiras. — Não é o suficiente para pagar uma conta hospitalar estratosférica, preciso juntar o máximo de dinheiro possível em menos de oitenta dias. Soube desse site por uma amiga, e depois de pesquisar decidi ser uma forma rápida de conseguir... Ela continua falando, mas a palavra hospitalar fica se repetindo na minha cabeça. Ela esteve doente? Ela está doente? Você está bem? — Sim. Tenho tudo sobre o controle... Não foi isso o que eu quis dizer. Eu perguntei sobre a sua saúde, está tudo bem? — Minha saúde? Ah! Sim, eu estou ótima... Foi o meu pai quem esteve internado. Ataque cardíaco. Merda! Eu estava torcendo para que eu pudesse convencê-la a ficar o fim de semana todo comigo, mas agora sabendo sobre o seu pai eu não posso fazer isso. Ela precisa mesmo ir vê-lo... Sinto muito, meu doce. — Obrigada, mas está tudo bem agora... Sua resposta soa fraca, como se ela mesma duvidasse disso. *** Estou acostumado a acordar cedo, mas hoje eu me superei. Estava tão ansioso que mal preguei os olhos. Vou até a garagem e entro no carro com um largo sorriso nos lábios por saber que irei vê-la hoje fora do ambiente de trabalho, seremos só nós dois e ninguém para interferir. Dirijo até o campus onde ela vive e me sinto nostálgico, sinto falta da época da faculdade, das festas onde eu e meus irmãos sempre íamos — eles em busca de mulheres e eu só pela diversão leve mesmo, nunca trairia minha noiva. Imagino se Candice participa desses eventos? Será que ela tem muitos amigos? Quero saber tudo sobre ela, das coisas que gosta ou não gosta, seus hobbies, desejos, sonhos... Quando dou por mim já cheguei, o trajeto todo estive pensando nela, somente nela. Ela não sai da minha cabeça! Estaciono em frente ao prédio, fico imóvel ao encontrá-la me esperando no portão, quando seus olhos pousam em mim sinto o estômago esquentar e o coração bater forte contra o peito. Eu to muito ferrado... — Bom dia, linda! — Minha voz soa leve e despreocupada, exatamente como me sinto ao seu lado. Em paz comigo mesmo, como se finalmente eu fosse quem deveria ser. Ela trouxe de volta a minha essência, ela me encontrou. — Bom dia, James! — Seu sorriso ilumina ainda mais o dia, abro a porta para ela e espero se acomodar no assento antes de fechar. Dou a volta correndo e tão logo me sento ela que me surpreende com um beijo suave. Seu rosto enrubesce, como se ela própria tivesse se surpreendido com sua atitude. — Já tomou café? — Coloco uma mecha solta atrás de sua orelha, aproveitando para acariciar a sua face alva. Tão bela. — Hm... ainda não. — Temos que remediar isso, senhorita Greece. Vai precisar de energia para as coisas deliciosas que pretendo fazer contigo... — Oo..Ok — gagueja sem jeito e prende o lábio contra os dentes. Inclino-me e o libero, sugando e acariciando com a língua. Seu gemido contra a minha boca é um convite para um beijo mais profundo e ardente. Seu sabor me inebria, inspiro fundo e sorvo o aroma dela viciante. Puxo seus cabelos melhorando o ângulo para poder devorá-la melhor e perco a noção do tempo. No entanto, quando finalmente nos afastamos em busca de ar, lembro- me de onde estamos. Puta eu pariu! Estávamos prestes a tirar a roupa em público! — Guarde esse pensamento... Continuaremos na minha casa, por ora vou te alimentar. — Sim, por favor... Ligo o motor e dirijo ávido até a cafeteria mais próxima, não quero perder nem um segundo a mais!
Obrigada — digo a ele quando me entrega o baunilha latte e se senta à minha frente com o seu café puro. — Candice, lembra-se daquele dia em que trouxe um café para mim? Ele enruga o nariz de forma adorável e mordisca o canto do lábio inferior, perco-me um pouco com sua perfeição até me dar conta de que espera por minha resposta. Bato com um dedo no queixo e faço uma expressão pensativa, fingindo tentar me lembrar. — Você quer dizer aquele dia quando se comportou como um babaca ao invés de me agradecer? — Exatamente! — James fecha os olhos por um instante, e suspira quando os abre para me fitar. — Eu sei que agi como um idiota, mas tive meus motivos, ou achava que tinha. Só depois fui perceber que não poderia te comparar com a última assistente. — A que cuspia na sua bebida? — Prendo um riso ao ver sua expressão de surpresa. — Quem te contou? Dessa vez não consigo me conter e acabo rindo, minha mão vai involuntariamente até o rosto dele e faço uma pequena carícia tentando remover sua expressão emburrada. — Praticamente todas as pessoas existentes na empresa, mas só depois de eu já ter oferecido aquela bebida. Acho até que seu irmão pregou uma peça em mim. — Qual deles? O que o idiota fez com você? Nossa, que bravo! Que lindo! Que gostoso! — Pete foi comigo naquele dia até a cafeteria, pude ver que estava escondendo algo de mim quando perguntei sobre a sua bebida favorita. — Ele sabia como eu iria reagir e não te avisou. — Fecha a expressão mais uma vez, e eu volto a lhe fazer carinho. Seu rosto pende em direção à minha mão e um pequeno sorriso brota em seus lábios. Meu coração dispara tanto que é possível escutá-lo. — Está tudo bem agora. — Sim, está. — Vira a cabeça e beija minha mão antes de voltar a beber o café tranquilamente. Ao terminarmos de consumir o café da manhã voltamos para o carro, e com nossos dedos entrelaçados me sinto como uma adolescente apaixonada. Apaixonada? Ai meu pai... Estou apaixonada pelo meu chefe! Desvio o olhar da nossa mão voltando minha atenção para seus olhos que me observam atentamente. Ele toca em meu rosto e segura uma pequena mecha solta, aproxima-se e inspira fundo antes de beijar minha têmpora. — Vamos, está ficando tarde. — Abre a porta do passageiro e me espera entrar antes de dar a volta. Estamos no trajeto o qual faço para a Knight Startup, porém seguimos mais adiante por volta de quinze minutos. Ele desacelera parando em frente a uma casa enorme e adentra a garagem logo em seguida. Sinto um friozinho na barriga, James pousa a mão na minha lombar enquanto me guia escada acima, percebo se tratar de um apartamento de dois andares e ele vive no segundo. Pausa em frente à porta e aguardo trêmula, eu sei o que está para acontecer assim que pusermos os pés dentro de sua casa. Ele gira a chave ao passo que me dá um breve beijo e, quando dou por mim, estou sendo puxada sentindo seus lábios por todos os lugares! — James! — Arfo quando sua língua percorre meu pescoço e desliza até o canto da minha boca, torturando-me com desejo. — Estive esperando por esse momento, por favor, Candice. Preciso tocá-la... — Seus dedos mornos traçam linhas em minha pele por debaixo da blusa. — saboreá-la... — Volta a me torturar com a língua, descendo até o decote e penetrando o vão dos meus seios. — devorá-la... Emito um som estrangulado, um misto de gemido e grito, a sensação de seus dentes prendendo o bico do meu seio por cima do tecido é delirante e eletrizante. Uma corrente quente percorre por todo o corpo e minha calcinha fica cada vez mais encharcada. Quando ele morde o outro seio eu fico realmente extasiada de prazer, e não posso fazer nada para conter o pequeno grito. — Ahhhh... James! Preciso de mais! — Não precisa implorar, eu sou seu. É só me dizer do que precisa, meu doce — sussurra contra o meu ouvido. Prendendo os meus cabelos na mão, ele puxa a minha cabeça para trás e fita meus olhos. — Preciso de você, dentro de mim. Rosno de tanto tesão ao ouvir suas palavras e ataco sua boca, ela corresponde o beijo com o mesmo ardor, emitindo gemidos os quais engulo. Levanto-a, segurando-a firmemente contra os meus quadris, ela enlaça as longas pernas ao meu redor esfregando seu centro quente e úmido contra minha ereção. Não consigo chegar até o quarto e já arranco-lhe a blusa, o sutiã vai ao chão logo em seguida. — Tão linda! — Olho fascinado para os seus peitos redondos e firmes, não são grandes e nem pequenos, mas na medida certa. Perfeitos. — Caio de boca sugando um mamilo com força e a ouço puxando o ar num sibilo de prazer. Mordisco ao senti-lo bem intumescido e inchado, logo em seguida o acaricio com a ponta da língua com movimentos leves e circulares. Assopro antes de beijá-lo e então dou a mesma atenção pare seu outro seio. Meu pau dói pedindo para ser liberado das calças, solto a Candice devagar deslizando seu corpo ao meu até seus pés tocarem o chão novamente. Afasto-me um pouco e começo a desabotoar minha calça jeans. — Deixe que eu faço. — Toca em minhas mãos afastando-as do zíper, envolve meu membro por cima da cueca e eu jogo a cabeça para trás, gemendo com a sensação. — Isso, gosto quando toca em mim... — Eu amo tocar em você, James... mas quero fazer outra coisa agora. — O que? Ahhh! Porra! Ela arrasta minhas peças de roupa para baixo e, ainda segurando o meu pau, leva-o até sua boca carnuda e deliciosa. Sua língua quente circula a ponta da cabeça inchada para logo em seguida percorrer toda a minha extensão, surpreende indo até a pele sensível das bolas. — Puta que pariu! Que gostoso, Candice! Espalmo a mão em sua nuca com cuidado para não puxá-la com força, e guio sua cabeça para me proporcionar o máximo de prazer. Sua língua curiosa brinca comigo, deslizando do saco de volta á cabeça, e então me engole sugando com vontade. Tenho que me controlar para não gozar em sua boca. — Pare, é a minha vez agora. — Agarro cabelos loiros e a puxo para cima, seus lábios soltam o meu membro com um barulho maravilhoso de sucção. — Mas eu queria... — Depois, meu doce. Agora é minha vez de te provar... Deslizo o zíper dos shorts dela e os deixo cair aos seus pés, ajoelho-me inclinando o rosto no meio de suas pernas e, colando o nariz, inspiro fundo o seu aroma de sexo. Sinto-me primitivo, homem, excitado para o caralho! Agarro sua calcinha com os dentes e os arrasto para baixo, deixando à mostra aquela visão perfeita e rosada. Está tão molhada e inchada, esperando para ser comida direito. Espalmo as mãos atrás de suas coxas e a levo até mim, afundando a língua no seu centro começo a fodê-la com a boca. — Ah, minha nossa! James... ahhhhh! — geme desenfreada. Seu sabor explode na boca e tento me controlar para não dizer algo que não devo... O gosto realmente lembra coco, assim como ela havia dito. Chupo seus lábios junto com o clitóris e sinto o corpo dela tencionar com a chegada do orgasmo. — Vem para mim, Candice. Quero que goze nos meus lábios. Insiro dois dedos, estocando velozmente enquanto pressiono a língua ritmicamente contra o clitóris inchado e pulsante. Ela agarra meus cabelos com força ao ponto de machucar, mas eu não me importo com a dor, é ainda mais excitante. — James! — Meu nome proferido dessa forma tão sexy no ápice do seu orgasmo é o fim da linha para mim, meu controle já era, preciso me enterrar dentro dela. Levanto e a beijo ferozmente, o gosto dela se misturando em nossas bocas é inebriante. Ela se arrepia e só então me lembro do dia estar frio. — Venha cá. — Seguro sua mão e caminho até a lareira a gás, a ligo rapidamente voltando meu foco para Candice. Totalmente nua e vulnerável, e tão bela. Esfrego as mãos gentilmente em seus braços tentando aquecê-la. — Está melhor agora? — Sim, mas eu não estava com frio. — Não? Ela nega com a cabeça e sorri timidamente. — Não, meu corpo estava em ebulição... Eu estremeci de prazer, James. Não era frio. Foda-se! A deito no tapete e corro para pegar a camisinha no quarto, coloco o mais rápido possível e me posiciono em cima dela. Toco os meus lábios levemente aos seus e gememos juntos quando a penetro lentamente. — É tão bom... — Candice ronrona e eu mordo seu lábio inferior, estocando mais fundo ainda num ritmo lento e torturante. — É perfeito, você é perfeita. — Mergulho o rosto na curva do pescoço dela, chupando e mordiscando. Suas mãos vão até meus cabelos, mas eu as seguro prendendo--as no alto da sua cabeça. — Vou te foder com força agora, Candice. Se for demais me diga para parar... Por favor, espero que não diga! — Eu quero! Por favor, James, me foda forte. Foda-se ao quadrado! Estoco fundo e rápido e ela arfa surpresa com o impacto, pauso com medo de tê-la machucado. — Continua... Não perco tempo e a viro, colocando os quadris para o alto eu meto por trás, a visão de sua bunda empinada é espetacular. Bato num estalido alto em uma nádega, mergulhando com mais urgência ao ver a marca da mão nela e ouvir seu grito de prazer. Caralho, não vou aguentar muito tempo... — Mais forte! Foda-se ao cubo! Estoco fundo até minhas bolas baterem contra sua pele. Estapeio de novo sua bunda gostosa e ela rebola com vontade, levando-me perto do orgasmo. Meus músculos todos se contraem e eu afundo os dedos nos quadris dela ao chegar no ápice. — Vou gozar! Gritamos ao mesmo tempo, inclino-me pra frente e beijo suas costas suadas enquanto invisto ainda mais intensamente. Com uma das mãos estimulo o clitóris no mesmo ritmo insano, ela se arqueia toda contra mim e grita meu nome ao passo que urro gozando delirantemente dentro dela. Caio ofegante por cima de seu corpo e giro para o lado sem querer machucá-la com o meu peso. Enlaço sua cintura, puxando-a de encontro ao peito eu a mantendo perto do meu coração. Sorrio ao sentir lábios inchados e doces me beijando a pele. — Isso foi... — Perfeito. — Termino sua frase como da última vez. — Sim, foi perfeito. *** Tomamos banho juntos e ela coloca a mesma muda de roupas, assisto ela secar os cabelos, mas consultando o relógio noto já ser hora dela ir embora. — Você tem mesmo que ir? Eu sei que sim, mas uma parte de mim ainda torce para ela passar esse dia comigo. — Sim, tenho. Meu pai... prometi ir vê-lo. Ele, hã, esteve doente e eu quero ter certeza que tem se cuidado corretamente. — Entendo, mas ele está melhor? Suspira e se vira com os ombros pesados. — Ele diz que sim, mas não tenho tanta certeza. — Por quê? — Vou até ela e faço um carinho, colocando uma mecha loira para trás da orelha. — Meu pai é teimoso, voltou a trabalhar contra as recomendações médicas. Preciso manter um olho nele ao menos nos finais de semana. Falando nisso, eu preciso correr! Merda. — Calma, ainda tem vinte minutos. — Não! Eu me esqueci completamente! Você me buscou! Franso a testa sem entender o que ela quer dizer. — Sim... qual é o problema? — Você me buscou, James! Eu estou sem meu carro, ainda tenho de voltar ao campus para então seguir viagem. Preciso ir agora! Candice passa por mim como um furacão, mas sou mais rápido e a seguro pelo braço. Colo meu corpo ao seu, pressionando minha ereção nela. Ela me deixa excitado a todo instante, não há nada que eu possa fazer contra isso. — Eu te levo, meu doce. Não se preocupe com isso. Ela relaxa em meu abraço. — Obrigada, James. — Vira o rosto e me beija. — O carro da Nathy está logo em frente ao prédio... — Não. Candice se vira em meus braços para me encarar. — Como assim não? Mudou de ideia? Eu posso pegar um ônibus e... — Não. Eu não vou te levar até o campus, vou te levar até seu pai. — O que? — Arregala os olhos. — Não acha justo? Você já conheceu seus sogros, agora é a minha vez de conhecer o meu. — Meus... Meus sogros? Grandes olhos azuis me fitam pasmos, a expressão de surpresa é tão linda que preciso beijá-la. — Sim, Candice. O que você acha que estamos fazendo? — Ela enrubesce e continua muda, sem reação. — Precisa que eu diga, não é mesmo? Ela morde o lábio inferior e meneia a cabeça. — Você é minha. Eu sou seu. Somos um do outro e de mais ninguém. — Isso significa que estamos... — Namorando.