Monik Teixeira, tinha uma vida pacata, até ela resolve ir morar com seu melhor amigo de infância, ela resolveu sair da casa dos pais em busca dos teus sonhos. — Nossa, hoje será um dia daquele... tenho que me dar bem nessa reunião com os empresários. Ela levanta vai para o banho, toma seu café, e vai para a empresa no carro Erik, ele está viajando a serviço e deixou o carro com Monik, — Vamos, Monik o dia hoje será bem agitado. — Ela estaciona o carro corre para a cafeteira compra um capuchino e segue para a empresa. — Bom dia! Monik sua reunião será às treze horas... — Diz Rosimeire Costa sua secretaria e amiga. — Bom dia! Rose obrigada por consegui agendar vou revisar as pautas da reunião agora mesmo. — Ok... vou fazer as plaquinhas da mesa com os nomes. — Ok! Boa sorte — Monik entra na sala dela e começa a revisar as pautas quando chega uma mensagem ``Ei Moni, meu voo chega às treze horas, não atrase para me buscar’’ ``Caramba! Erik, tenho uma reunião nesse horário, não posso remarcar, já foi remarcada para hoje’’. ``Tudo bem eu pego um táxi, mas você fica me devendo uma’’ ``Está bom obrigada miguxo... até a noite’’ ``Até, há eu estou levando uma amiga, ela vai dormir em casa hoje’’ ``Não acredito Erik, mais uma noite vou ficar sem dormir com os gritos das tuas amigas?’’ ``Relaxa, ela é inglesa então você não vai entender o que ela falar. ’’ ``Bom, vou trabalhar até mais’’ Erik não para de levar mulheres no apartamento, e Monik passa a noite tentando dormir sufocada com os gritos dessas mulheres… — Essa vida de garanhão do Erik me incomoda muito, bom deixa eu trabalhar isso aqui é importante demais, meu futuro depende dessa fusão. Ela vai para reunião e mostra a todos do que você é capaz e, porque veio ao mundo... a tarde está feliz comemorando com seus funcionários, Monik acaba de fazer uma fusão de milhões... — Isso é só o começo essa empresa vai chegar no topo meus amores. Chegando em casa vai direto o quarto, precisa descansar um pouco... quando ela escuta gemidos e sussurros. — Oh! My god — grita Julian — Não acredito começou cedo hoje... que saco Erik... — Percebendo que falou alto demais, fica tudo em silêncio. — Aí saco eles ouviram… vou ficar quietinha aqui, — Quando Erik bate na porta e a abre. — Oi! Monik tudo bem? — Monik olha e percebe que ele está ali no seu quarto só de cueca olhando sério para ela. — Tudo bem sim! Pode voltar para a sua festinha, eu vou sair volto depois. — Calma aí onde você vai essa hora? — Erik a segura forte por trás ela sente a tensão que ele está e seu corpo estremece. — Erik, me solta por favor, deixa eu ir e, além disso, é feio deixar a visita esperando. — Ao sair do quarto para pegar a bolsa... dá de cara com uma mulher enrolada no lençol na sua sala — Meu Deus! Ninguém merece — Monik sai e decide ir para um barzinho esfriar a cabeça. — Posso fazer companhia? — Pergunta um rapaz que se aproxima dela, muito bonito, — Claro — Ela responde olhando de relance para ele. — Eu nunca vi você por aqui… — Será porque eu nunca vim aqui? — Quem te deixou tão irritada, a ponto de você vim relaxar? — Está tão óbvio assim? — Seus lábios estão tremendo e você não para de balançar as pernas e bater com as pontas dos dedos no copo — Ah! Desculpa eu preciso me acalmar mesmo. — Eles começam a conversar e ela se acalma e sente que foi bom falar com ele. — A propósito me chamo Josh Brolin. — Prazer Josh, eu sou Monik Teixeira. — Agora que não somos mais estranhos um para o outro, me diz o que a irritou tanto? — É complicado, eu moro com um amigo, e ele chegou de viagem e trouxe uma mulher com ele..., mas toda vez que ele traz alguém para casa, eu não durmo com os gritos loucos delas, aí sem perceber gritei mais alto eles pararam, e ele foi no meu quarto falar comigo. — Entendi... e posso sugerir uma coisa? — O quê? Apesar que suponho que amanhã nem vou lembrar porque estou bêbada rsrsrs. — Que você acha de irmos para o seu quarto e você grita a noite toda sem ele conseguir dormir? — Ei que ideia fantástica, vamos lá Josh… — Calma, Monik eu estava brincando... falei só para descontrair. — Mas eu gostei, ele vai provar do mesmo veneno. — Vem, vou te levar para casa, você não está em condições de ir embora sozinha. Monik fala o endereço ele a leva, mais no elevador ela começa a beija-lo, e fazem carícias que acabam no seu quarto... Monik passa a noite toda fazendo amor e não precisa gritar, sua cama denúncia com os barulhos. — Ahhhh, você é bom nisso cara. — Ao chegar ao clímax eles dormem... acordando com uma forte dor de cabeça — Nossa minha cabeça dói demais. — Monik fala com as mãos na cabeça. — Você está de ressaca, vai tomar um banho frio e toma aspirina vai se sentir melhor. — Fala Josh sentando na cama para se vestir. — Bom dia! Você é médico por acaso? — Sim, eu sou. — Ela levanta vai para o banheiro toma banho e vai para sala pegar uma aspirina. — Senta aqui, eu vou pegar água para você. — Monik quem é esse cara? — Pergunta Erik gritando com ela ao entrar na sala. — Fala baixo, minha cabeça vai explodir. — Aqui está querida... — Josh vem da cozinha com um copo de água na mão e Erik olha feio para ele. — Quem é você? — Prazer, sou o Josh. — Está bem, você já fez sua boa ação agora vaza’. — Erik aponta para a porta. — Erik você não pode tratar assim meus amigos eu trato suas amigas bem. — Amigo! Desde quando? — Desde ontem à noite, quando bebemos e viemos para casa... como você chama mesmo? — Francamente Monik, essa você extrapolou. — Querida, eu vou embora, fique bem, vai descansar um pouco. — Obrigada por tudo Josh, eu vou descansar sim. Josh vai embora Erik passa o dia sem falar com ela, já no quarto Monik está deitada tentando passar a dor de cabeça.
Na segunda-feira ela acorda, se sentindo mal, então resolve não ir trabalhar. — Como o fim de semana passa rápido, mas vou avisar que hoje não vou, sei que eles dão conta. — Monikstak, bom dia! — Fala Rosimeire ao atender Monik. — Rose, sou eu, não estou me sentindo bem cuida de tudo aí. — Ok, mas você vai ao médico né? — Nada que um dia de descanso não resolva. Após desligar ela vai para cozinha preparar um café. — Bom dia! Não acreditei que iria emendar o fim de semana. — Bom dia! Eu não estou bem. — Claro que não depois da burrice que fez trazendo aquele cara. — Eu trago um cara a primeira vez é burrice? Você vive trazendo cada vez uma diferente e legal? — Não é isso você o pegou num bar Monik. — E você as, pega aonde, em um convento? — um silêncio toma cota do ambiente. — Moni, eu me preocupo com você. — Quer saber? Se você se preocupasse mesmo, me respeitaria não trazendo seus casos para cá... mais a casa é sua fazer o quê? — A casa é tanto minha quanto sua... desculpa quando vi você com aquele cara, fiquei louco. — Tudo bem eu só o trouxe para me vingar de você mesmo. — Como assim? — Erik pergunta com uma sobrancelha arqueada. — Para você sentir na pele, o que é a pessoa transando no quarto ao lado, fazendo barulho sem você conseguir dormir a noite toda. — Desculpa, Moni, não via desse ângulo. — Tranquilo, o que vamos fazer hoje? — Jogar Free Fire... — Eu venço você, rsrsrs. Eles vão para sala e passam o dia jogando uma hora Monik ganha e começa a debochar dele e faz coseguiinha nele, que tentando se desviar a joga no chão deitando por cima dela, sua respiração acelera ele fica olhando em seus olhos e desce os olhos aos lábios dela, parece que ele vai beija-la, mas ele levanta e senta de lado. — Vamos jogar outra Monik? — Se você quer perder — Monik fala rindo dele. — Veremos... rsrsrsr…- Seu telefone toca e Monik atende. — Alô quem é? — Oi! Sou eu Josh, queria saber como você está? — Oi! Josh, eu estou bem obrigado por perguntar. — Erik fica visivelmente irritado com essa ligação. — Que bom! Ontem nem tivemos tempo de conversar, — Tudo bem, eu também passei o dia deitada para ver se passava a ressaca. — Mais, passou? Se precisar de algo é só ligar. — Está bom, obrigada por se preocupar, até mais, — Até, cuide-se...- ela desliga e Erik está com cara de poucos amigos. — Porque esse cara está ligando? — Qual é o seu problema? — Eu não gostei dele só isso Monik. — Eu também não gosto das mulheres que você traz... e nem implico com você Erik. — Está bem moni, você que sabe, vou tomar banho. — Ele sai... Monik está furiosa porque ela tem raiva dos casos dele? — Porque quando ele está perto você parece uma adolescente de quinze anos Monik Teixeira, eu suponho que vou ter que mudar daqui… ver ele com outra está acabando comigo. — Moni? — Ela olha para Erik e ele está enrolado numa toalha. — O que foi? — Ela fala tentando disfarçar a voz de desejo. — Você tem shampoo? O meu acabou. — Pega lá no meu banheiro, vou pedir uma pizza, você quer? — Legal vou lá buscar, pede uma de pepperoni para mim. — Está bom. — Ela liga e pede a pizza... quando desliga vê Erik rindo com algo na mão. — Do quê... como se atreve, me dá isso Erik. — Eu nunca que imaginei você com uma dessas. — Erik, para, me dá. Aqui... — Monik fala irritada. — Só se você me falar se estava com ela ontem. — Não é da sua conta. — Pulando em cima dele, pega a calcinha, o que ela não percebe é que ao cair no chão a toalha solta e Monik se vê em cima dele totalmente nu... — Vai tomar banho Erik... — Fala saindo de cima dele. — Você me deixou sem a toalha... pode pegar por favor. — Levantando ela pega a toalha e com o rosto virado para outro lado entrega-lhe. Erik termina o banho e vai para a sala, e a pizza chega o clima ainda está tenso entre eles. — Vou lá pegar a pizza, já chegou. — Deixa eu pego lá… — Erik entra com a pizza Monik pega os pratos, copos e talheres e eles comem calados sem olhar um para o outro. — Monik… desculpa ter invadido sua intimidade. — Tudo bem, desculpa ter derrubado sua toalha. — Vou evitar andar só de toalha pela casa... — De cueca também? — ele ri... olha para ela. — Eu fico gato só de cueca, rsrsrs. — Eca Erik, você é muito convencido. — E sua calcinha é ‘sexy’, hahahah. — Para de Graça Erik. — Estou falando sério e como está a empresa? — Está bem, ontem assinamos uma fusão de milhões. — Que legal... pelo menos sua rebeldia de sair de casa para lutar pelo seu sonho está funcionando. — Você conhece o papai... ele quer que eu siga os passos dele e da mamãe. — Eu sei... foi pelo mesmo motivo que decidi morar sozinho. — Pois é… fora que mamãe, vive tentando me arrumar um namorado, espero que um dia eles me perdoem. — Vão sim... eles vão observar a mulher talentosa que você é. — E como está seu serviço de piloto? — Legal, eu gosto quando estou lá em cima. — Por um momento ela percebe Erik a olhando, seus olhos são ardentes parece que ele me despir com os olhos. — Vou dormir boa noite! — Fala Monik indo em direção ao quarto dela. — Boa noite! Durma bem. — Na manhã seguinte ao acordar ela vai para a empresa, tem uma reunião importante pela manhã. — Bom dia! Monik está melhor? — Bom dia! Estou sim, Rose. — A reunião com a zipwer é daqui a pouco. — Sim, vou só revisar a pauta e já vou. — Ela entra na sua sala... a lembrança de Erik sem a toalha não sai da sua cabeça. — Esquece isso Monik... isso é loucura. — Ela termina de revisar a pauta, e vai para reunião. — Rose cadê a Monik? — Fala Erik se aproximando da mesa. — Ela acabou de entrar para uma reunião Erik. — Posso esperar ela aqui? — Sim, Erik, todavia vai demorar. — Tudo bem, eu espero obrigado. — Está bom... vou à sala de ‘marketing’ já volto. Erik senta pega uma revista e fica observando as fotos, duas horas depois Monik sai da reunião com uns homens muito bem vestidos. — Muito obrigada! Vocês não vão se arrepender da escolha. — Eles a cumprimenta e entram no elevador. — Monik, Erik está aqui. — Erik! Aconteceu algo? — fala preocupada. — Não está tudo bem... só pensei de nós almoçarmos juntos, o que você acha? — Legal vamos sim, deixa eu pegar minha bolsa. — Voltando do escritório ela fala com Rosimeire. — Rose o contrato está assinado na sala de reunião. — Já vou buscar… — Vamos estou faminto, tchau Rose. — Eles almoçam e tem uma tarde maravilhosa. — Preciso voltar Erik… — Ei... posso conhecer tua empresa Monik? — Vamos lá então. — Ela à tarde com Erik na empresa relê alguns papéis assina alguns acordos. — Prontinho, vamos então? — Que você acha de irmos beber algo? Eu pago. — Ok, é por sua conta e risco rsrsrs. — Vão para um barzinho muito legal e familiar perto de casa. — Você na empresa fica séria... gosto disso. — Eu dou muito valor no que faço lá... é minha vida Erik. — Verdade mais está ficando linda a empresa… estou feliz por você. — Tarde da noite eles estão um pouco bêbados e Monik começa a falar para ele o que acha dos casos dele. — Eu não gosto dos seus casinhos… Você troca de mulher toda hora Erik. — É porque a que eu realmente quero não posso ter Monik. — Você é bonito, um Deus grego... e olha que posso falar com convicção — Hahahah, só porque me viu sem roupa? — Também, rsrsrs sempre te achei um gato. — Você nunca disse isso. — Porque somos amigos, não podemos ter nada se não fosse, eu ia colocar seus casinhos no chinelo. - Erik ri... ele também tem desejo por ela, mas tem medo de acabar com a amizade deles... após mais três bebidas decidem ir para casa Erik está a segurado pela cintura. — Vem, chegamos, só vou abrir a porta. — Ele a encosta na parede para pegar a chave. — Erik fica comigo essa noite... por favor. — Ah! Moni...... Moni… eu te quero tanto — eles se beijam a paixão encandeia o ambiente o desejo de deles é avassalador até que cansados vocês dormem.
Monik acorda uma dor horrível de cabeça, na cabeceira está aspirina e um copo de água, ela toma. — Meu Deus! O que foi que eu fiz? — Levantando toma banho frio e vai para sala, Erik não está ela vai até o quarto dele..., percebendo que ele viajou. — Monik o que você fez? — Ela então deita no sofá e liga a televisão, quando seu telefone toca. — Oi! Erik... — Ela atende sentindo que não recebera uma boa notícia. — Oi bom dia! Moni. — Você viajou? Procurei-te pela casa vi que suas malas não estavam. — Recebi uma chamada hoje cedo, não quis te acordar... tomou a aspirina? — Tomei sim... obrigada, quando você volta? — Essa viagem é longa... daqui a três meses… — Nossa porque tudo isso? — Monik pergunta já com um aperto na garganta. — Vou levar um magnata para Londres numa conferência de três meses e ele não quer que o helicóptero volte para o Hangar antes disso. — Entendi... então boa sorte... tenho certeza que não vai faltar distração para você lá, — Fica um silêncio… — Eu te ligo para saber como você está. — Está bom, beijos e boa viagem Erik. — Beijos, obrigado se cuida — Sentindo seu peito doer... Monik lembra que teve uma noite maravilhosa com seu melhor amigo e agora ele viajar por três longos meses. — Eu preciso ocupar minha cabeça... vou para academia, senão ficarei louca aqui. — Ela se arruma e vai — Vamos para esteira Monik na esteira estará muito ocupada, — Você não precisa de academia está ótima. — Nossa é assim que você flerta? — Não, foi só um elogio, desculpa. — Sei... então tá você também tá! Ótimo. — Ele ri... e ficam conversando depois vão para lanchonete tomar um suco. — Você é muito legal... o que você faz da vida Monik? — Abri minha própria empresa há quase um ano. — Legal empresa do quê...? — Reynaldo fala com admiração. — Minha empresa faz propaganda de ‘marketing’ para as empresas de renome. — Interessante... parece que fui para a esteira certa então. — Como assim? — Pergunta intrigada. — Eu tenho uma empresa multinacional ela é conhecida no mundo todo e quero fazer algo diferente. — Espera você não é o? — Dono da Fort. Widson? Sim, sou eu, rsrsrs — Nossa que tudo... pensava que você teria sua própria academia. — Você pensou que eu fosse esses magnatas que andam de jatinho, limusine, comem caviar e tudo mais? Rsrsrs — Desculpa... pensei hahahaha. — Não gosto disso... gosto de eu mesmo dirigir e comer uma comida de verdade. — Isso é interessante... — Monik esta admirada com o jeito simples e Reynaldo. — Eu falo sério, quando digo que quero ampliar os horizontes da empresa Monik. — Toma meu número, liga marcando uma audição aí você vê se gosta das nossas ideias. — Vou ligar sim... foi ótimo te conhecer. — Foi um prazer, tchau tenha um bom final de semana. — Ela vai para o vestiário toma banho se troca e vai para casa. — Nossa, já está tarde vou comer algo e revisar alguns ‘marketings’ para o, senhor Josué Nogueira. — Passa a tarde o telefone dela toca. — Oi! Mamãe… — Oi! Filhota como você está? — Estou bem... aconteceu algo? — Não, querida eu e seu pai, iremos dar um jantar essa noite e queremos que venha é importante. — Mãe... eu não estou afim. — Nossa! Querida faz meses que não nos vemos... Você vai fazer essa desfeita com seus pais? — Está bom, mamãe eu vou. — Eeeee, obrigada filhota te vejo mais tarde beijos. — Beijos... — Monik sabe que seus pais estão aprontando alguma para ela. — Deixa eu me arrumar e enfrentar o que eles armaram dessa vez. — Ela veste seu melhor vestido se maquia e sai... Monik sabe que os jantares dos seus país só tem magnatas poderosos. — Há querida você chegou... — Oi! Mãe... elas se abraçam — Filha que bom que veio… — Oi! papai, como o senhor está? — Estou bem, sentindo sua falta, volta para casa filha. — Não papai, estou bem construindo meu sonho. — Querida, deixa eu te apresentar o filho da Rochele Moraes, filha esse é o Willy Moraes. — Prazer em te conhecer... sua mãe fala muito de você, ela só esqueceu de mencionar o quanto você é linda Monik. — Obrigada o prazer é meu. — Fiquem aí conversando... eu vou cumprimentar alguns convidados. — Você é médica? — Não, eu dirijo minha própria empresa — Pensei que seguiria os passos dos seus pais Monik… — Não gosto de sangue. — Eu sigo a profissão dos meus pais quero ser um médico renomado igual eles. — Que bom! Boa sorte então. — A conversa está insuportável willy só fala de cirurgia fraturas e de repente. — Monik que bom te ver aqui... não pensei que gostasse desses jantares. — Oi! E não gosto, minha mãe me obrigou a vim. — Sua mãe é uma grande cirurgiã, os jantares dela são maravilhosos. — Willy, nem todos gostam de jantares extravagantes. — como você Reynaldo? — Sim, você sabe que sim Willy… — Reynaldo sempre vem nesses jantares, obrigado Monik. — Somos dois, isso aqui é tortura demais — Que você acha de irmos para outro lugar? — A ideia é tentadora, mais se eu sair daqui aí a relação com meus pais acabar de vez. — Nossa está tão ruim assim? — Eles não me perdoam por sair de casa para abrir minha empresa. — Entendi... bom que tal fazermos companhia um para o outro assim fica menos tedioso — Adorei... porque não sei se sobrevivo a essa noite. — Que seja! Fiquem aí perdendo o melhor jantar. Eles sentam num canto e conversam sobre tudo riem e debocham um do outro quando Magda chega, — Querida... Reynaldo você está se divertindo? — Sim, está maravilhoso tudo perfeito. — Magda nota que ele fala da companhia e não do jantar e olha para Monik. — Querida o Willy ficou sozinho o jantar todo. — Mãe estávamos nós três conversando, ele que não quis ficar aqui. — Ela sai com olhar de quem quer dizer, depois conversamos mocinha… — Fico louca com essa mania dela tentar me arrumar namorado em cada jantar. — Quem ela quer que você namore? O willy rsrsrsrsr. — porque está rindo? — Vai por mim, você não faz o gosto dele, rsrsrs. — Graças a Deus! Porque achei ele muito metidinho… — Hahahaha, ele é uma boa pessoa, só acredita que tem que seguir a profissão da mãe, que o mima muito... — Ela decide terminar a noite — Bom, já vou indo amanhã eu tenho alguns trabalhos para terminar que não terminei hoje. — Posso te levar? — pergunta Reynaldo. — Não precisa estou com o carro do meu amigo de quarto. — Você tem um amigo de quarto? — Sim, somos amigos de infância... ele saiu primeiro que eu da casa dos pais... eu sai depois. — Entendi... e aonde ele está? — Realizando o sonho da vida dele que é ser piloto de helicópteros e viajar o país — Legal, está aonde nesse momento? — Viajou essa manhã para Londres. — Deve ser o máximo… — Querida, os pais de Erik querem saber porque ele não veio com você? — Ele está em Londres a trabalho papai. — Aff... você chama isso de trabalho? — Papai, é o que ele ama fazer — Igual você teimoso e rebelde, — ela abaixa a cabeça não quer discutir. — Bom vou avisar eles. — Fala Róger indo em direção aos pais de Erik. — Realmente você sofre com essa situação. — Por que você acha isso? — Dá para ver no seu olhar, você queria que eles te apoiassem — Eles não vão me apoiar nunca... tchau obrigada por salvar a noite — Você também salvou a minha. — Eles se despedem e Monik se despede dos seus pais e vai para casa — Que noite, que bom que acabou.