APRESENTAÇÃO Fernanda Roussel (Sabina Bianchi) Oi gente, eu sou a Fernanda, tenho 24 anos, fui criada pela minha mãe Sina Roussel, ela é professora de russo e nunca faltou nada pra mim. Eu sou militar, estudei e me formei em enfermagem, fui tenente coronel do Exército Brasileiro com 5 condecorações em 2 anos. Também sou agente da BIS (Brasil Investigações Secretas), prendi diversos criminosos. Amo o que eu faço. Sou conhecida como Agente Roussel ou Agente Pantera (como preferir). Tenho um namorado, ele se chama Henrique. Adoro motos e velocidade. Sou bem teimosa e não abaixo a cabeça para ninguém! León Ricci Oi, eu sou o León Ricci, sou um mafioso de uma das famílias da Cosa Nostra, a família Ricci, domino o sul da Itália. Eu tenho uma noiva, seu nome é Sabina Bianchi, outra mafiosa. Nunca a vi pessoalmente ou por foto. A mãe dela fugiu com ela quando era pequena. Mas voltando a mim -modéstia à parte- sou muito poderoso, eu sempre tenho o que eu quero na hora que eu quero na hora que quero, as mulheres se deitam aos meus pés. Tenho vários negócios, sou bonito e maravilhoso e não tenho pena de ninguém. Assumi os negócios da família aos 16 anos. Tenho 28 anos. Henrique Fontana Oi gente, eu sou o Henrique namorado da Fernanda, tenho 28 anos e sou agente da BIS também. Meu pai é o presidente da BIS. Eu tenho a mulher que quero aos meus pés, adoro aventura, sou literalmente um adolescente que não cresceu. Sou o orgulho da família. Eu e Fernanda somos parceiros de trabalho, eu gosto dela, mas não sou de uma só. Só um aviso: eu não divido o que é meu com ninguém. Para mim bandido bom é bandido morto. Gilberto Bianchi Olá sou o pai da Sabina (Fernanda) e do Roberto. Sou o patriarca da família Bianchi. Sou mafioso e domino o norte da Itália. Sina Roussel Olá, sou a mãe da Sabina (Fernanda), sou bem chata às vezes, mas busco a felicidade dos meus filhos. Também sou mãe de Roberto. Roberto Bianchi Eu sou Roberto, tenho 31 anos, mafioso da família Bianchi. Sou tão poderoso como León. Somos amigos e futuros cunhados. Sou casado com Martina e temos gêmeos. --------------------------------------------------------------------------------------------------- Não autorizo adaptações, reprodução, venda e/ou qualquer tipo de distribuição de pdf deste livro. Art 184 cód penal brasileiro. ---------------------------------------------------------------------------------------------------- CAPÍTULO 1 São Paulo-Brasil, alguns dias atrás... - E aí pantera, preparada para o show? - Já nasci pronta querido! - Qualquer coisa usa o comunicador, eu vou estar no bar. - Ok, agora tchau porque temos uma missão a cumprir. - Só um beijo. - Não! Vai logo Henrique! - Tá bom! Tá bom! Visão de Fernanda (Sabina) Estamos em uma missão secreta cujo objetivo é capturar Kiel, chefe do crime nas favelas do Brasil, e fazer ele falar. Eu irei dançar na boate que ele está e seduzir ele. Subo no palco, as luzes se acendem e começa a tocar funk. Acho que o chefão está de olho em mim. Pelo jeito minha roupa ajudou, estou disfarçada e de máscara. Desço do palco dançando, sento no colo do suspeito e começo a rebolar, depois me levanto voltando ao palco. Termino a apresentação e ele vem até mim - E aí gostosa, que tal irmos para outro lugar? - Claro gato, vamos. – quando eu termino de falar ele dá um tapa em minha bunda – Ai! - Isso, geme safada. Qual seu nome delícia? - Meu nome não importa. - Claro que importa. - Meu nome é Lia. - Prazer Lia, eu me chamo Kiel. - Belo nome para um homem tão gostoso. - Quer provar então? - Só se for agora! - Tem algum lugar mais reservado por aqui? - Tem um hotel aqui em frente, quer ir pra lá? - Vamos! Eu não vejo a hora de estar sozinho com você. – ele fala isso colocando a mão nas minhas costas e me guiando até o hotel. Chegamos ao hotel, subimos para o quarto, e mal entramos no quarto e ele me empurra contra a parede e tenta me beijar. - Já tá bom! - Mas eu nem provei ainda. – ele fala isso se aproximando de mim de novo. - Eu disse pra parar! - E se eu não parar? – e dá um tapa na minha bunda. - Isso! – dou um chute no meio das pernas e imobilizo o suspeito.- Podem entrar senhores! – quando termino de falar, os agentes que estavam no quarto ao lado entram no quarto que eu estou. - Uau! Nossa pantera nunca falha! - Obrigada. E pode deixar que eu interrogo ele. – enquanto eu falo eu o amarro em uma cadeira de frente pra mim. - Beleza pantera! Seus pedidos são ordens. – ele fala saindo do local com os outros agentes. - Kiel, há quanto tempo esperei para te ter em minhas mãos.. mas vamos logo aos negócios. – eu falo me sentando na cadeira em frente a ele. - Quem você realmente é? – ele fala me olhando desconfiado, mas eu diria que por dentro ele está bem assustado. - Sou a Agente Roussel e você está preso agora. – pelo olhar que ele deu, ele conhece minha fama como agente. – Como as mercadorias estão entrando no Brasil? - Não vou falar. – quando ele fala isso, eu pego minha faca e começo a passar pelo corpo dele. – O qu.....e vai fazer? – pelo jeito está ficando bem assustado, e eu adoro isso. - Eu acho que você não vai gostar de ter essa faca enfiada aqui. – falo isso segurando a faca em cima de seus órgãos genitais. - Cal....calma. – ele fala gaguejando e com o olho bem aberto assustado. - Fala ou eu enfio. Vou contar até três. Um.. Dois.. - Eu falo! Eu falo! Mas não me machuca! – ele me interrompeu com medo do que eu fosse fazer. - Ok. – pego o depoimento e primeiro mando checar tudo, depois chamo os outros agentes – Rapazes, terminei. Podem voltar. – depois de chamar os outros agentes me viro para Kiel dando um golpe de tae-kwon-do. – E a propósito Kiel, isso é pelo tapa que deu em minha bunda. - Hahahaha. Essa é minha garota. - Levem ele. Preciso trocar de roupa. Bom trabalho equipe! – todos só balançam a cabeça me olhando com um olhar sem-vergonha. - Tirem o olho dela! Essa pantera aqui tem dono já. – ele fala isso me puxando para perto dele. - Hahaha. Vai sonhando! Eu não tenho dono querido! – falo dando um leve empurrão nele para ele sair e eu poder trocar de roupa. - Desculpa pantera, modo de falar. – ele fala bravinho, mas eu odeio quando ele se acha meu dono. - Da próxima vez eu te dou uma surra, que você vai passar três dias para se levantar. – falo bem sério pois não sou propriedade de ninguém. - Eita mulher brava! – ele fala levantando as mãos desistindo de discutir. - Hahaha. Vai logo levar o suspeito Henrique! - Ok ok pantera! – ele fala levando o suspeito pra fora. Eu tiro minha máscara e a maquiagem, coloco um sobretudo, pego minha moto e vou pra casa. Eu amo minha moto, demorei bastante tempo para comprar, mas comprei a moto que me apaixonei. Depois vou para casa após mais um dia longo no trabalho.
São Paulo- Brasil, dias atuais.. Visão de Sina Roussel - Bom dia filha. - Bom dia mãe. – ela fala dando um beijo na minha bochecha. - Filha, você vai para mais uma daquelas missões suicidas? - Mãe já falamos sobre isso. É meu trabalho. – ela fala se levantando da mesa indo até o banheiro e eu vou atrás. - Mas é muito perigoso! Até tiro você já levou minha filha. – falo realmente preocupada com ela. - De raspão mãe. Sempre me saio bem nas minhas missões. – ela diz enquanto termina de se arrumar para trabalhar. - Eu tenho medo de te perder minha filha. – eu tiro ela de um perigo para anos depois ela entrar em um ainda maior. - Você não vai me perder mãe. Esqueceu que eu sou a agente Roussel? Hahaha. Eles que tem medo de mim. – ela fala em tom de brincadeira. - É disso que eu tenho medo. – falo enquanto ela pega a chave da moto para sair. - Ok dona preocupação. Preciso ir para não me atrasar. Beijo mãe! – ela fala enquanto sobe na moto. - Vai com Deus minha estrelinha. – falo sentindo um pressentimento ruim. - Fica com Ele também! Tchau mãe! – ela fala dando partida da moto e eu a vejo ir trabalhar, pedindo a Deus para nada de ruim acontecer com ela. Visão de Fernanda (Sabina) Desço para a garagem e pego minha moto. Moramos em um condomínio de luxo numa região nobre de São Paulo (ganho muito bem e isso tem suas vantagens). Pego minha moto, e saio em direção ao quartel. Depois de um tempo percebo que tem um carro preto me seguindo e tento despistar em meio a outros carros, logo passo para uma rua pouco movimentada. Pouco tempo depois sou fechada por três carros e vários homens saem de dentro com armas na mão. Na hora pego minhas pistolas. - O que vocês querem? – pergunto segurando minhas pistolas e destravando. - Que venha conosco senhorita – um dos homens fala, mas eles não me conhecem, vão conhecer agora. - Hahahaha. Nem morta eu vou com vocês! – se eles acham que vou abaixar minha cabeça estão enganados. - Abaixe as armas ou será pior. – ele fala enquanto os outros apontam as armas pra mim. - Pior pra quem? Só se for pra vocês. Hahaha. – falo me preparando para atirar e lutar. - Peguem ela! – ele ordena para os outros. Eu começo a atirar, mas minha munição logo acaba e um dos homens consegue me pegar por trás. Pego uma das minhas adagas e enfio na costela dele. Outros vem pra vima de mim e eu dou vários golpes de Karatê e Tae-kwon-do. Logo vejo que eles param o ataque e só ficam dois em pé. - E aí, vão vir também? – dou um sorriso debochado. Os homens entram no carro e vão embora deixando os outros para trás. Logo ligo para ambulância e vou para o trabalho explicar o que houve. Visão de Roberto Bianchi Enquanto isso no norte da Itália... (ligação on): - Pegaram a garota? – eu pergunto - Não chefe. – o inútil me responde com a voz de quem acabou de ver um fantasma. - Seus inúteis! Eu mandei pegar uma garota, mas nem isso vocês fazem direito! – respondo furioso. - Chefe, ela derrubou sozinha 20 homens, a garota parece uma onça brava. Só sobrou eu e mais um. – ele responde e eu fico intrigado. - Peguem a Sina, assim a princesinha irá vir até nós. – respondo e espero que dessa vez o serviço seja bem feito. - Ok chefe. Faremos isso. – ele responde. (ligação off). - E aí filho, como foi? – ele pergunta ansioso para saber se irá ver a filha de novo. - Ela derrubou 20 dos nossos homens pai. – respondo ainda intrigado com essa informação. - O que? – ele pergunta surpreso com essa informação. - Exatamente isso que você ouviu pai. Ela derrubou 20 dos nossos homens. Também fiquei surpreso quando escutei. - Nunca pensei que o DNA da família Bianchi fosse tão forte. E o que você fez? - Mandei pegar a Sina, aí ela vai vir até nós. - Fez bem meu filho. – ele falou dando um tapinha nas minhas costas e entrando no escritório. Visão de Sina Roussel Em São Paulo... Estou limpando a casa antes de ir trabalhar quando alguém bate na porta. - Esqueceu a chave meu amor? – abro a porta enquanto falo pensando que era minha filha, mas quando abri a porta fiquei surpresa. – Quem são vocês? - Calada! – um deles falam enquanto colocam alguma coisa no meu nariz, depois disso não vejo mais nada. – Agora só falta a princesinha. Hahaha.
CAPÍTULO 03 Visão de Fernanda (Sabina) Estou a três quarteirões do quartel general da BIS quando meu celular toca. (Ligação on): - Se quiser ver sua mãe viva, venha até o Parque do Ipiranga. E venha sozinha.- acho que reconheço essa voz, parece com a voz do capanga que tentou me sequestrar. - Como saberei que você está realmente falando a verdade? – falo com segurança, mas por dentro apreensiva pensando em porque eles pegaram minha mãe. - Você pode pagar pra ver se quiser, mas acho melhor você vir. Ou eu posso cortar uma orelha dela e te enviar. – ele fala em tom ameaçador. - Babaca! Não ouse fazer nada contra ela. Você não sabe com quem está lidando. – se ele sabe ameaçar, eu também sei. - É bom você vir e não contar a ninguém, se você contar nunca mais verá sua querida mãe. – ok, agora ele me tirou do sério. - Ok, eu vou! – falo já parando a moto e conferindo minhas armas. (Ligação off). Ai meu Deus. Não acredito que isso está acontecendo comigo. Pegar minha mãe já foi demais! Depois de conferir minhas armas, eu dou a volta na rua e sigo para o parque. Após cerca de vinte minutos eu chego e não vejo ninguém. Mas logo aparece no meu campo de visão o homem que me atacou mais cedo. - Vejo que cumpriu a promessa e veio sozinha. – ele fala em tom de deboche. - Cadê ela? Cadê minha mãe? – falo friamente apontando a arma pra ele. – Fala ou eu atiro. - Para uma mulher até que é bem bravinha. – ele fala em tom de deboche e com um olhar ameaçador. - Tá querendo morrer? Você não tem idéia de com quem está falando. – falo perdendo o pouco da paciência que tenho. - Agora rapazes! – ele fala para alguém mas eu não vi ninguém por perto. - O quê? – quando termino de falar minha visão começa a ficar turva. Sinto que algo me atingiu. Quando toco no meu pescoço vejo que é um dardo tranquilizante. Mesmo com a visão turva eu atiro no suspeito, mas logo depois minha visão escurece e eu desmaio. - Ai! Peguem ela e levem pro jatinho. Temos uma longa viagem. Visão de Roberto Bianchi Depois do fracasso da tentativa de pegar minha irmã, meus homens me ligaram informando que conseguiram capturar minha mãe e minha irmã. Depois de várias horas, anoitece e meus homens chegam com as duas. - Finalmente vocês fizeram algo certo! – falo olhando para um dos meus homens que está carregando minha irmã sedada. - A garota deu muito trabalho chefe. Mesmo depois do tranquilizante ela ainda conseguiu atirar. – ele fala e me admira a força dela. - Ok. Levem ela para o quarto e levem a Sina para a masmorra. – minha mãe jamais poderia ter feito isso com a gente. - Ok chefe. – ele responde e sai para cumprir minhas ordens. Fui para a sala de estar encontrar com meu pai e dar as noticias a ele. Quando chego lá, aproveito que meu pai está tomando uma dose do seu Bouborn, e me sirvo com uma dose também. Mas antes que eu comece a falar com meu pai, minha esposa Martina entra na sala curiosa. - Marido, o que houve? Por que toda essa movimentação aqui em casa? – ela pergunta curiosa e eu detesto isso. - Nada demais Martina. – respondo com frieza, porque não gosto quando ela faz muitas perguntas. - E aí filho, ela chegou? – ele pergunta apreensivo, sei que ele sente muita falta dela. - Chegou pai. – respondo e ele anui com a cabeça. - Ela quem Roberto? – ela pergunta alterando a voz, e ela sabe como eu sou. Mas antes que eu possa responder, meu pai responde. - A sua cunhada. Finalmente encontramos ela depois de tantos anos. – ele responde com um sorriso no rosto. - Que notícia boa sogro! Cadê ela? Quero muito conhecê-la. – ela responde com empolgação pro meu pai. - Mandei nossos homens levarem ela pro quarto. Ela deu muito trabalho e tiveram que aplicar um sedativo nela. – respondo, mas torcendo internamente para que ela pare de fazer perguntas. Mas ela não percebe e mesmo assim continua curiosa. - E quem foi levado para sua prisão lá embaixo? Eu vi uns homens descendo pra lá. – ok, agora ela já foi longe demais. - Você não acha que está curiosa demais? – respondo já sem paciência nenhuma. - Desculpe querido. Tem alguma coisa que eu possa fazer? – ela pergunta. - Vá para o quarto e me espere lá, vou resolver umas coisas antes. – ela anui com a cabeça e se retira. Deixando eu e meu pai sozinhos. - Filho, vamos vê-la? – ele pergunta com uma grande expectativa. Faz 18 anos que não convivemos com minha irmã. - Vamos pai. – respondo. Confesso que estou curioso para vê-la. Seguimos para o quarto onde pedi para meus homens acomodarem ela. Assim que entramos no quarto eu vi o quão bela minha irmã era. Cabelos pretos e longos, pele branquinha como a neve porém um pouco bronzeada, lábios e face rosada. O corpo da minha irmã parece o corpo de uma deusa. Com toda certeza meu amigo León tirou a sorte grande. - Meu Deus, como ela é linda! Ela está tão diferente. – ele fala com nostalgia. A última vez que viu minha irmã ela era muito pequena. - Claro que ela está diferente pai. Já se passaram 18 anos desde que Sina a levou de nós. – respondo e olho pra ele. Vejo que ele está com o semblante triste por não ter tido a oportunidade de conviver com minha irmã e eu me sinto da mesma forma. - Aquela desgraçada da Sina nos privou de ter sua irmã por perto e acompanhar todo o crescimento dela. – ele responde com raiva no olhar. - Ela não presta pai. – respondo com raiva. – Como ela pôde fazer isso com a gente e com a própria filha? Ainda mais depois do que passou com Giovanni? – realmente ela não presta, abandonou nossa família e fugiu com minha irmã no momento em que todos nós mais precisamos dela. - Nem me lembre disso meu filho. Mas o que importa agora é que estamos com sua irmã agora. – ele fala olhando com carinho para minha irmã que ainda está dormindo. - Pai, fiquei curioso agora. Como minha irmã era? – pergunto porque não me lembro muito do jeito dela quando éramos crianças. - Eu me lembro como ela era doce e gentil. Ela sempre foi tão fofa e obediente. – ele responde nostálgico. - Bons tempos pai. – apesar de não lembrar muito a personalidade dela, eu lembro de como ela era carinhosa. - Verdade meu filho. Bons tempos. – ele responde enquanto saímos do quarto e voltamos para a sala de estar. – Você já avisou ao León que a noiva dela chegou? - Avisei sim. Ele provavelmente está chegando de Nova York nas próximas horas. Amanhã ele vem para o jantar de noivado. – respondo para ele ficar despreocupado. - Que bom meu filho. O León é um ótimo rapaz, tenho certeza que apesar de ser um casamento por contrato, eles irão se dar bem. – ele responde e sai da sala me deixando sozinho.